sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

SOLUÇÕES MILENARES PARA AS NOSSAS TRAGÉDIAS ANUNCIADAS. SE LIGUEM ALCAIDES!

Construções de diques e canais, constituindo um sistema eficiente que garantiu a sobrevivência desses impérios por centenas de anos.


 
INCAS

 
EGÍPCIOS

   
ASTECAS

   
MAIAS

terça-feira, 2 de julho de 2013

Entenda o sistema eleitoral em vigor

A melhor ilustração que encontrei para explicar o sistema do voto proporcional de lista aberta

PLEBISCITO JÁ?

E aí povo?
Preparados para o plebiscito sobre reforma política?

Dentre as perguntas que teremos de responder estão as que dizem respeito às modificações do sistema eleitoral. Ei-las:

Voto proporcional de lista fechada;
Voto proporcional de lista flexível;
Voto distrital;
Voto distrital misto;
Voto uninominal intransferível.

Lembrando que o sistema atualmente em vigor é o proporcional de lista aberta:

No sistema proporcional de lista aberta, cada partido pode apresentar quantos candidatos desejar concorrer ao pleito.
Depois se divide o número de votos válidos pelo número de cadeiras vagas nas câmaras. O resultado desta divisão constitui o que chamam de quociente eleitoral.
Este quociente é dividido pelo numero de votos válidos conseguidos pelo partido. O resultado desta divisão determina quantas cadeiras o partido poderá ocupar.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

PARANDO PARA PENSAR

Em entrevista ao programa Roda-Viva da TV Brasil, os porta-vozes do MPL foram questionados por um dos entrevistadores, se as manifestações cessariam, caso não houvesse a redução das tarifas. A resposta é que a manifestação continuaria, até que o aumento fosse revogado. O pedido foi acatado, tanto aqui no Rio quanto em São Paulo. Coisa muito difícil, considerando o perfil dos atuais governantes do estado e do município do Rio de Janeiro. O movimento, no entanto, não parou. Já existe uma manifestação programada para hoje, um dia depois do prefeito do Rio de Janeiro ter capitulado diante das reivindicações. Esta marcha está prevista para sair da Candelária em direção à sede da Prefeitura. As manifestações no Brasil, se forçarmos um pouco a memória, costumam ser temáticas, com objetivos bem definidos. Pelas eleições diretas, pelo impeachemant do presidente Collor, manifestação dos profissionais da Educação conforme ocorreu ano passado, o movimento dos bombeiros, etc. Esta manifestação pela redução das tarifas se diluiu. Agora a mídia que antes deturpava e condenava as manifestações procuram induzir e direcionar a massa, sugerindo pautas, se insinuando. Já houve até um jornal sensacionalista, apostando na desinformação da maioria da população que trazia em sua manchete uma referência a Marco Feliciano, numa tentativa de incluí-lo na pauta. Outros, como o Arnaldo jabour conseguiram introduzir a PEC 37. Esta PEC, por exemplo, vai de encontro ao entendimento da Polícia Civil, que vê na atuação investigtiva do MP como uma usurpação de suas atribuições. Pessoas alheias à matéria jurídica não tem base nenhuma para sequer iniciar o debate. È como se eu quisesse opinar sobre a qualidade do material utilizado na construção do Engenhão. Ista não se resolve em meio à multidão. Multidão, aliás, não raciocina. Haja vista os tumultos observados. Tanto que o Código Penal no Art. 65, alínea e, prevê como atenuação da pena o crime cometido sob a influência de multidão em tumulto, se não o provocou. Há que dar uma pausa sim, raciocinar. Na questão da Educação, contatar a Associação dos Professores, que já lutam há muito tempo pela valorização da Educação. Procurar a liderança do sindicato dos médicos, que lutam por melhores condições de trabalho e investimento na Saúde. Por exemplo. Enfim, buscar formas mais efetivas de atuar. Com inteligência.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

CAVEIRA!!!

Morávamos em uma bela casa no morro do Sumaré no Rio de Janeiro. Adquirida com certo sacrifício, a casa era composta de três pavimentos, sendo o último uma cobertura, onde minha filhinha de seis anos gostava de brincar. Uma tarde, o caveirão da polícia militar se posicionou em frente à favela e começaram os disparos. Minha filha e minha esposa ouviram um estrondo ecoando dentro de casa, como se uma bomba houvesse sido alí lançada. Elas não se atreveram a subir para ver o que se tratava. Quando cheguei do trabalho à noite, fui verificar, e deparei-me com vários furos de projéteis no telhado de alumínio e um rombo enorme no muro. Uma mesa de plástico, algumas cadeiras e a lata de binquedos da minha filha perfuradas. Simplesmente a polícia metralhou a minha casa. Lá não tinha bandidos e era impossível eles estarem escondidos em algum lugar próximo, uma vez que não havia lugar onde pudessem se esconder. Fiquei convencido de que a polícia realmente entra na favela atirando a esmo, como já ouvia muitas pessoas relatarem. A partir deste dia não tive mais nenhuma dúvida quanto a este fato. Minha filha não quis mais brincar na cobertura, seu local preferido. Tapei o buraco no muro, desfiz-me da mesa e das cadeiras, joguei a lata de brinquedos no lixo e tratei de vender aquela casa e mudar de residência. Consegui sair do morro, lugar de pessoas batalhadoras que só querem - a exemplo das outras pessoas que moram no asfalto - viver em paz e não ser tratadas como marginais. Esta polícia que deveria protegê-los, causa tanto ou mais terror que os próprios traficantes que os mantém como reféns. Compete à polícia militar a segurança ostensiva, que tem por objetivo a preservação da ordem publica e, pois, as medidas preventivas que em sua prudência julga necessário para evitar o dano ou perigo para as pessoas. Quando a autoridade que deveria garantir a segurança dos cidadãos se comporta igual ou pior que os bandidos, a quem esses devem recorrer? As polícias, contrariamente ao que muita gente imagina, não existem para matar. A Constituição Federal veda a pena de morte. Assim sendo, é contraditório, tendo em conta as suas verdadeiras atribuições, uma força policial usar uma caveira com símbolo. http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/rj/2013-04-03/retirada-da-caveira-como-simbolo-do-bope-gera-crise-na-pm-da-paraiba.html

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

ENQUETE

Participe desta enquete: Você que como eu, morou ou mora em alguma favela do Rio de Janeiro, sabe que o poder público nos trata como segregados, cidadãos de segunda categoria. Se alguma coisa é feita, é sempre à nossa revelia sem consultar os moradores, principais interessados, e são adotadas atitudes e implantados projetos sem nossa participação. Se você concorda que é isso mesmo que ocorre, que mudança você mais deseja como morador de favela? Vote: enquetes.com.br/popenquete.asp?id=1058730