quarta-feira, 29 de setembro de 2010

As declarações do Pr. Silas Malafaia de que não votará em Marina Silva preferindo votar no cadidato José Serra teve uma estrondosa repercussão.
De acordo com o pastor, sua decisão foi motivada pela suposta indefinição da candidata diante de questões polêmicas, notadamente, a liberação da maconha e da descriminalização do aborto.
Declarações estas bastante exploradas pelos simpatizantes da Dilma http://blogdadilma.blog.br/2010/09/pastor-silas-malafaia-nao-vota-mais-em-marina-silva.html
É bem verdade que a candidata Marina Silva tem se mostrado muito cautelosa, no que diz respeito a esses assuntos, bem como diante da questão do casamento de homossexuais. Dizer que é contra o casamento de homossexuais porém admite a união civil é o mesmo que dizer que não gosta de macaxeira, prefere mandioca. Dá no mesmo.
O movimento gay, no entanto, não tem dúvida. Para os gays Marina é contrária a seus interesses conforme publicação deste sítio: http://www.mundomais.com.br/exibemateria2.php?idmateria=1431

Eu também gostaria que a Marina fosse mais taxativa, porém, entendo que ela está concorrendo ao mais elevado cargo de nosso país.
Postura radical não combina com a responsabilidade de uma presidente da república.
Não sou a favor de plebiscito para dirimir estas questões. Para isso existe o Congresso Nacional . Eles, deputados e senadores, ganham muito bem para discutir esses assuntos e tomar, junto com o presidente da república, essas decisões.
Jogar o problema para a população é suprimir o Congresso nacional e desrespeitar a separação e interdependência dos poderes.
Embora tendo este entendimento, prefiro continuar acompanhando a evolução da candidata Marina Silva. Não vejo porque mudar de direção a esta altura do jogo político.

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